O vereador Ailton da Farmácia (PSB) apresentou três Requerimentos referentes ao Jardim Esmeraldina, localizado na região sul de Campinas. Em um dos documentos, o parlamentar cita que o atendimento do Centro de Saúde do bairro foi transferido, sem aviso prévio, para o Centro de Saúde Santa Odila, distante 1,2 quilômetro. A medida atingiu moradores da quadra do Condomínio Villagio, localizado no Jardim São Pedro.
“Os usuários foram surpreendidos com comunicado emitido pelo Centro de Saúde do Jardim. Esmeraldina de que o atendimento passaria a ser realizado, exclusivamente, pelos profissionais do Centro de Saúde Santa Odila. A alteração causa inúmeros transtornos à população, especialmente em razão da maior distância até o CS Santa Odila, dificultando o acesso aos serviços de saúde, sobretudo para idosos, pessoas com mobilidade reduzida, gestantes e famílias com crianças”, frisou Ailton da Farmácia.
Ainda em relação ao CS Esmeraldina, a médica ginecologista Suely Shizuro, que há mais de 25 anos atendia mulheres na unidade de saúde, passou a realizar as consultas no Centro de Saúde da Vila Ipê, deixando mulheres, especialmente, as idosas, com receio de serem examinadas a partir de agora por profissionais homens.
“Estou questionando a Secretaria de Saúde para saber os motivos da transferência da médica ginecologista. Se foi pedido da própria médica ou determinação da secretaria. Vejam: se fosse caso de aposentadoria da médica, não teríamos o que questionar. Mas é transferência e esse fato, diante da quantidade complexidade do atendimento, ginecologia, não se justifica. Vou aguardar resposta da municipalidade e atuar neste caso a pedido das mulheres que me procuraram”, ressaltou Ailton da Farmácia.
Outro problema que atinge os moradores é a inconstância da linha número 359 – Jardim Esmeraldina / Cidade Universitária. O vereador foi procurado por usuários que relatam a diminuição de veículos pela manhã, nos horários de pico, e final de tarde. Os ônibus começaram a passar com atraso que passa de uma hora; antes o transporte chegava, em média, a cada 40 minutos. “O fato tem gerado problemas aos trabalhadores, que atrasam a entrada no emprego”, acrescentou Ailton da Farmácia.
Texto: Gabinete do vereador Ailton da Farmácia
Foto: Câmara Municipal de Campinas
Publicada em 29/01/2026 11h04